Hoje as medalhas são sinônimo de orgulho para Guilherme da Silva, atleta que pertence à equipe de natação máster

do Clube de Tênis Catanduva (CTC) No começo, ele não acreditava que poderia competir e depois de muita insistência do então técnico, Osvaldo Banhos, começou a participar de competições. Na última que participou em Uberlândia (MG), o atleta conquistou 11 medalhas de ouro.

“Minha primeira competição foi em Araraquara, no ano de 1988, quando eu tinha 60 anos. Desde então, não parei mais. Tenho várias conquistas e hoje consto na relação de recordistas, pois consegui bater vários recordes sul-americanos e brasileiros, tanto na categoria individual quanto por equipe nas piscinas de 25 e 50 metros”, disse.

Com tanta disposição, seu Guilherme, como é conhecido, serve de exemplo e incentivo para outras pessoas, tanto da terceira idade, quanto para os mais jovens. Algo que ele sempre reforça é que independentemente da idade, a pessoa deve praticar algum tipo de esporte. “Sempre é tempo para começar ou recomeçar, de preferência a natação, e se possível acrescentar outras modalidades de esporte, ou até mesmo a dança, procurando sempre movimentar todos os músculos do corpo”, ressaltou o atleta.

Engana-se quem pensa que seu Guilherme treina o dia inteiro. A rotina diária de exercícios inclui a natação no período da manhã, das 7 às 8 horas, além da musculação e corrida de rua. Além dos benefícios para a saúde, as medalhes e tantos recordes que coleciona, a natação máster trouxe outra grande alegria: poder participar do Revezamento da Tocha Olímpica. “Isso foi um sonho. Sem dúvidas foi uma das maiores emoções da minha vida”, finalizou.

Guilherme da Silva é inspiração para atletas da natação máster

Na última competição em Uberlândia, o atleta do CTC conquistou 11 medalhas de ouro

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